Os relacionamentos são como uma
plantinha.
Depois que a plantinha morre, não adianta
olharmos para ela e pedirmos perdão por termos esquecido
de aguá-la.
O amor é uma planta delicada que precisa de constante
atenção. As brigas fazem com que as folhas sejam
arrancadas com violência. Quando só sobrar o caule e a
planta não tiver mais por onde respirar, ela morre.
O
namoro é essencial para o relacionamento. "Casal
que dá certo namora!". Por orgulho ou até
preguiça, desperdiçamos aqueles que poderiam ser os
momentos mais importantes de nossas vidas.
Há quanto tempo você não segura a mão da pessoa
amada?
Há quanto tempo não se olham nos olhos, sentindo aquele
alguém especial que você conheceu um dia?
Há quanto tempo dos seus lábios não saem as palavras
"eu amo você"?
Há quanto tempo suas mãos não sentem a leveza de
presentear com uma flor?
Há quanto tempo você não se perfuma ou se pinta ou se
veste de uma maneira especial para conquistar o seu amor?
Por que não tomar a atitude de uma reconquista?
Reconquistar a pessoa amada, sim. Ou será que você até
já esqueceu que ama? Precisará a vida separá-los, como
acontecerá inevitavelmente um dia para acordá-lo do
torpor da rotina?
Que tal colocar um bilhete escondido no sapato dele ou dela, dizendo: - Ei! Você é especial para mim. Ou no
espelho do banheiro: - Eu amo você!
Você se lembra do último beijo apaixonado que deu em
seu amor, ou permitiu que o fantasma da rotina e
preocupações encobrissem aqueles sentimentos tão
especiais?
Você terá a coragem de assumir a sua distração e
assumir a atitude da reconquista?
Conseguirá superar o teu orgulho e tua vaidade de olhar
nos olhos do ser amado e soar palavras sinceras de amor,
já esquecidas?
De sugerir um passeio ao luar ou ao cinema e pegar
novamente com delicadeza em suas mãos como faziam antes?
Ser romântico é extravasar a sensibilidade da alma
através de gestos sutis, leves e poéticos.
A única
coisa que levamos desta vida são as experiências
vividas.
Ser romântico não é ser "cafona". Ser
romântico é extravasar a sensibilidade da alma através
de gestos sutis, leves e poéticos.
Antes de ler estas palavras, você poderia me dizer que
não havia pensado nisto. E agora? O que fará a
respeito?
Texto extraído do Livro: Liberdade de Ser
Autora:
Eliane
de Araujoh